08/06/2009

Concurso: Planetário em Rio Branco - Acre




















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O processo de investigação conceitual para elaboração da proposta arquitetônica do planetário de Rio Branco no Acre foi pautado em quatro diretrizes fundamentais:
1) a investigação de elementos da arquitetura vernacular que estruturassem um elemento icônico culturalmente assimilável;
2) a incorporação de uma tecnologia construtiva sustentável, limpa, de fácil aquisição e possível de ser manuseada pela mão de obra local;
3) uma implantação que dialogasse com o entorno urbano e se apropriasse da paisagem natural exuberante.
4) a utilização de recursos passivos e bioclimáticos como ferramentas de controle térmico e acústico.
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RELEITURA DA ARQUITETURA VERNACULAR

No nosso entendimento encontrar as referências originais para o projeto do planetário é direcionar o olhar para o cerne da cultura tecnológica e construtiva vernacular.
A Região Amazônica remonta aos primeiros habitantes do nosso país e as primitivas manifestações de abrigos para o desenvolvimento das atividades humanas.



Referências



Referências



Referências



Referências



Referências





Conceituação compositiva
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Observando a lógica construtiva empregada em algumas destas edificações rudimentares encontramos os elementos chave que nortearam o partido arquitetônico adotado pela nossa proposta e demonstrado na sequência gráfica acima.A estrutura em arcos disposta transversalmente e travejada longitudinalmente por esbeltas peças de madeira criam uma trama envolvente e acolhedora que, sem a cobertura de palha, filtram a luz, conferem visibilidade e uma íntima relação entre o interior do edifício e o meio ambiente externo.A partir de uma observação sensível partimos para uma reinterpretação contemporânea dos valores simbólicos e técnicos implícitos neste modo de construir e definir o abrigo.









Perspectiva
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TECNOLOGIA SUSTENTÁVEL
A opção pela estrutura metálica permite uma maior racionalização do processo construtivo, pois os elementos estruturais são produzidos fora da obra e apenas montados no local. Isso possibilita um canteiro seco e limpo, a minimização do desperdício de materiais, sem esquecer o reaproveitamento e reciclagem das peças após a vida útil da obra. Trata-se de uma tecnologia acessível e familiar.



Imagem do local - espelho d' água



Imagem do local: Satélite
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DIÁLOGO COM O ENTORNO URBANOO edifício foi implantado longitudinalmente no centro do espelho d’água existente de forma que o setor administrativo se voltasse para a face sudoeste, mais silenciosa, onde predomina uma vegetação densa de grande expressão paisagística.
A área social e o acesso ao planetário foram definidos através da face nordeste, estabelecendo-se um contato visual mais direto com a cidade através da BR 364. No amplo trapiche de acesso foi reservada uma área para observação com telescópios. As funções do edifício foram ampliadas com a criação de um espaço multiuso na laje de coberta propício a exposições e manifestações artísticas e culturais ao ar livre.



Implatação



Térreo



Praça de eventos
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CONFORTO TÉRMICO
Os beirais proeminentes protegem o corpo do edifício enquanto que casca envoltória em brises filtra a insolação sobre a laje de cobertura. As aberturas nas fachadas nordeste, noroeste e sudoeste possibilitam a ventilação cruzada nos ambientes e a redução da dependência da ventilação mecânica.








Sequência estrutural 01


Sequência estrutural 02




Sequência estrutural 03




Sequência estrutural 04




Sequência estrutural 05




Sequência estrutural 06




Estudo volumétrico



Estudo volumétrico
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Ficha técnica
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Arquitetura: Oliveira Júnior e Davi de Lima
Estagiários: Lívia Loureiro e Alberto Oliveira
Maquete e renders: Rodrigo Rathge
Consultoria em projetos complementares: Thiago Mousinho
Consultoria em estrutura metálica: Arquitrave
Consultoria em orçamento: Thiago Mousinho e Arquitrave
Croquis: Oliveira Júnior
Local: Rio Branco - Acre
Ano: 2009

17/05/2009

Condomínio residencial à beira mar




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O empreendimento consiste em um condomínio horizontal num terreno à beira mar da Praia do Cabo Branco, em João Pessoa, Paraíba. Trata-se de um conjunto de residências de médio padrão para alugar. O terreno com 24m de largura por 100m de profundidade oferecia duas possibilidades de implantação: voltar o acesso das residências para as laterais, colando os fundos das edificações e gerando duas ruas de acesso, ou abrir uma rua central única e voltando os fundos das residências para as laterais.
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A nossa opção foi pela segunda alternativa baseou-se no fato de que uma avenida central proporcionaria uma maior integração social entre os residentes e maximizaria a área destinada a construção. O aspecto menos favorável se deu pelo fato das residências se posicionarem frente a frente possibilitando um maior contato visual entre os espaços interiores das mesmas. Para garantir a privacidade e a individualidade do setor íntimo as varandas dos quartos, posicionados no andar superior, receberam empenas que impedem o contato visual direto entre os vizinhos de frente e conduz o olhar do morador na direção do mar e dos ventos predominantes.

O conjunto arquitetônico foi composto por duas tipologias distintas: uma sequência de residências geminadas com dois quartos distribuídas ao longo do terreno e voltadas para a rua central; e duas residências isoladas com três quartos, na frente do terreno, voltadas diretamente para o mar.
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A racionalidade construtiva e a utilização de materiais mais resistentes e de fácil manutenção proporcionam a durabilidade e a praticidade necessárias à obra voltada para um cliente efêmero e de rotatividade previsível.
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Ficha técnica
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Arquitetura: Oliveira Júnior
Estagiários: Ana Luíza Azêvedo, Lívia Loureiro e Gustavo Gueiros
Maquete: Ana Luiza Azêvedo e Rodrigo Rathge
Renderização: Rodrigo Rathge
Local: Praia do Cabo Branco, João Pessoa - PB
Projeto: 2009

21/04/2009

Concurso para Sede do CREA-PR

Primeira Etapa - Estudo preliminar































































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IMPLANTAÇÃO
O projeto responde às demandas do programa arquitetônico e as condições do sítio, seu entorno, sua geometria, insolação e ventilação. Uma implantação que valoriza e se apropria de importantes referências urbanas da cidade de Curitiba, seu Centro Histórico, o Tribunal de Contas, a Prefeitura, o Museu Oscar Niemeyer no Parque do Polonês, o Palácio Iguaçu, sede do Governo Estadual, que são percebidos a partir das visuais da face norte do terreno, estabelecendo uma franca relação com o sítio urbano.
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Os acessos de pedestres e de automóveis estão separados e definidos no terreno pelo fluxo de circulação da Rua Mateus Leme. A implantação aproveita a área não edificante para criar um jardim.
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O conceito adotado cria um espaço de chegada aberto que permite a transparência e o fácil acesso da população, colaborando no entendimento da função pública da edificação. Os afastamentos estabelecidos por esse caráter público da implantação e pelo corredor de acesso das garagens possibilitam a edificação aproveitar a iluminação e ventilação naturais.
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PROGRAMA
A praça de chegada se prolonga no lobby do térreo e propicia espaço para atividades culturais organizadas tanto pelo Crea-PR como também pelas entidades que o compõe. Os serviços gerais e as instalações hidráulicas e mecãnicas estão distribuídos em um corpo central, elemento articulador do projeto, que concentra as baterias de banheiros, os shafts e a circulação vertical, facilitando o controle de acesso no lobby e aportando a estrutura do edifício.
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Ao Crea Curitiba foi destinado a porção posterior da edificação, com atendimento ao público no térreo e a administração no primeiro pavimento.
A área de eventos, ponto fulcral do funcionamento e do caráter público do Crea Paraná, situa-se nos dois primeiros pavimentos, destacado pelo lobby com pé direito duplo. Os andares imediatamente superiores foram reservados aos setores administrativos e distribuídos segundo um caráter hierárquico, destacando a área da presid~encia no pavimento de cobertura.
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Esses espaços foram tratados de forma a garantir fácil distribuição e flexibilidade, tanto pela opção estrutural adotada, como pelo uso de divisórias nos fechamentos vãos. O projeto permite facilidade de alterações de arranjos de layout devido a adoção de piso elevado, locação dos pilares nas extremidades e forro em grelha, facilitando a redistribuição dos ambientes sem prejuízo das instalações e da iluminação.
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Está previsto a construção de um pavimento semi-enterrado para as funções de apoio e de estacionamentos em um subsolo. Foi reservada uma área técnica para equipamentos de ar condicionado no sexto pavimento e próximo a casa de máquinas dos elevadores.
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PARTIDO
A proposta arquitetônica se organiza através da circulação de três elementos estruturadores: a casca-abrigo, a pele filtro e a marquise passarela.
A fachada sul é o pano de fundo que envolve o edifício, uma face mais silenciosa que se une a caixa de coberta e cria uma casca para abrigar o corpo central. nessa face os rasgos da empena geram as marquises que protegem as esquadrias. Como dobraduras, erguem-se estabelecendo ritmo e qualificando o conforto térmico.
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A pele de vidro recebe a proteção de brises em madeira de reflorestamento para amenizar a sensação de ofuscamento da incidência solar. Essa proteção garante aos andares de estações de trabalho a manutenção da vista exterior permitindo a transparência sem comprometer o conforto térmico da edificação.
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O balanço desta estrutura confere um caráter monumental à arquitetura além de gerar uma perspectiva que conduz o olhar do observador para a plenária, ponto focal e conexão entre a casca e os brises.
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O volume da plenária se prolonga até o nível do piso da presidência e recebe um jardim sobre o topo. As varandas triangulares voltadas para oeste configuram-se como mirantes que permitem um contato mais franco com a cidade e reforçam o diálogo com o entorno urbano, descortinando as visuais do Centro Cívico e possibilitando a contemplação do extraordinário pôr do sol.
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A marquise de acesso se prolonga através de uma passarela que define a marcação de entrada coinvidando e conduzindo os usuários a partir da calçada. Uma estrutura leve, solta do solo natural, permitindo a iluminação das áreas do subsolo. Essa marcação de chegada se estende desde o limite do terreno até se transformar na casca do Crea Curitiba, dando continuidade compositiva a arquitetura.
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Os terraços irrompem a caixa de madeira, nas fachadas norte e leste, imprimindo dinamismo ao corpo volumétrico, estabelecendo uma relação de equilíbrio entre cheios evazios e promovendo intencional descontinuidade e heterogeneidade.
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CONCEPÇÃO ESTRUTURAL
O conjunto possui uma base em concreto protendido apoiado nos pilares com capitéis nos pavimentos inferiores. Nos pavimentos superiores foi adotado uma modulação em estrutura metálica de 7,50m x 18,00m, permitindo uma vedação em vidro na face com as melhores visuais do entorno urbano.
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DIRETRIZES ECO SUSTENTÁVEIS
A construção corresponde a excelência tecnológica das profissões abarcadas pelo Sistema CONFEA - CREA's e que responde às questões ambientais e de acessibilidade, tanto no partido arquitetônico quanto na produção do edifício. O projeto estabele critérios de sustentabilidade na cadeia produtiva da construção civil e prioriza a utilização de materiais produzidos na própria região.
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Os perfis metálicos são pré fabricados e montados no local, em um processo racional que utiliza parafusos em detrimento do uso da solda. As divisórias industrializadas dispensam o uso de pinturas, diminuindo os custos de manutenção. A industrialização da construção promove a economia de escala, reduz o tempo de execução e o desperdício de materiais na obra. O projeto incorpora recursos passivos ao utilizar orientação adequada, isolamento térmico, proteção solar nas jenelas e vedações, ~direcionar as principais aberturas para a direção dos vemtos dominates na região.
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Devemos destacar o papel do projeto arquitetônico no contexto das cidades sustentáveis e os parâmetros a serem seguidos relativos à consciência do Global Warming e que a arquitetura deve revelar esse conceito em sua essência. A proposta incorpora técnicas de utilização de energia solar para o aquecimento da água, além da captação de de águas pluviais na coberta e o seu reaproveitamento e reuso para manutenção dos jardins e limpeza.
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Uma construção que possa reduzir os impactos dos edifícios sobre os seus usuários e o meio ambeinte. Um projeto baseado na experiência construtiva do prédio representativo das profissões técnicas da cadeia da cosntrução civil e que se aporta na valorização da cultura local ao dialogar com o caráter urbano de Curitiba.
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Ficha técnica
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Arquitetura: Cristiano Rolim, Oliveira Júnior, Ricardo Nogueira e Ricardo Vidal
Estagiários: Davi de Lima (coordenação), Alberto Oliveira, Diego Poshar e Rafael Targa
Maquete: Rafael Targa
Croquis: Oliveira Júnior
Local: Curitiba - PR
Ano: 2009

15/08/2008

Residência Mário Pereira

Estudo Preliminar













Pavimento Térreo
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Pavimento Superior
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Ficha técnica
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Arquitetura: Oliveira Júnior
Estagiários: Ana Luiza Azevedo e Rodrigo Rathge
Imagens: Rodrigo Rathge
Local: Condomínio Bougainville, João Pessoa/PB

18/07/2008

Complexo Turístico - Etiópia

































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O empreendimento Ghion Grand Resort está localizado em Addis Ababa, capital e maior cidade da Etiópia, com uma população estimada de 2.973.000 habitantes (dados de 1 de julho de 2006). Sendo uma cidade multi-cultural, contém até 80 nacionalidades e línguas diferentes, como também comunidades Cristãs, Muçulmanas e Judias. Situa-se no centro da Etiópia a uma altitude de aproximada de 2440 metros.O terreno do conjunto se situa em uma área estratégica, com limites consideráveis, aumentando sua importância:
• ao norte, o moderno Palácio do Jubileu (Jubilee Palace), que foi terminado para comemorar o jubileu de prata da coroação do Imperador Cristão Etíope Haile Selassie I (ou Tafari Makonnen; ou ainda Ras Tafari), governante do país de 1930 até sua morte, em 1975. O local é sede de uma coleção de animais selvagens indígenos raros;• ao sul encontra-se a Praça Meskel ou Praça da Santa Cruz (Meskel Square). Aqui é celebrada a festa de mesmo nome, onde se é erguido um enorme montante de plantas e troncos coberto de flores amarelas, encimada por uma enorme cruz; • a leste, com acesso através da Avenida Menelik II (que também acessa o Jubilee Palace), se localiza a sede da Comissão Econômica da ONU para a África, braço regional da ONU no continente que apóia o desenvolvimento econômico e social dos seus 53 países membros, fomenta a integração regional e promove a cooperação internacional para o desenvolvimento africano;• a oeste, a Avenida Ras Desta Damtew e o Addis Ababa Stadium completam a localização do complexo.
O projeto do complexo turístico, incorporando um elemento icônico de parque temático como a peça central do desenvolvimento, consta de um hotel, um shopping center, três torres residenciais, um resort e um parque aquático.
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WATER PARK
• O Parque Aquático é um ambiente imersivo composto por um complexo de piscinas e cascatas, jump platforms e “tobogãs”, envolvida por elevações rochosas e uma abundante vegetação, que remetem a uma área o mais natural possível.
• Trata-se de uma área fechada onde é permitido apenas o tráfego de pedestres.• Foi concebido com uma forte integração com o Resort proporcionando ao hóspede uma experiência singular que se inicia partir do tráfego criado pelas pontes suspensas de ligação com o Parque.
• Este equipamento foi planejado para proporcionar o máximo de diversão e entretenimento aos usuários através de áreas destinadas às atividades aquáticas, gastronômicas e comerciais.
• Uma cascata com quinze metros de altura é a atração principal que se prolonga por um rio artificial e desemboca numa enorme piscina.
• O Parque Aquático será uma das âncoras para o projeto, com a localização e configuração definida pela inter-relação entre as atrações, sua instalação em si tornar-se-á um ícone agregando valor para todo o Complexo, principalmente para o Resort.
• Os hóspedes ao ingressarem no Complexo através do acesso do Parque irão transpor um grandioso portal temático em rota para o Resort, Hotéis e Shopping Mall,
• O Parque Aquático será composto por uma mistura de diversas atrações, amenidades e componentes temáticas destinadas a melhorar a experiência dos hóspedes e complementar as atrações. A inclusão de restaurant, snack bars and store, irá incrementar os atrativos do parque.
• O Parque Aquático será um destino onde toda a família vai poder entrar, divertir-se bastante, almoçar, lanchar, tomar uns drinks e fazer compras.
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RESORT
• Composto de três generosos espaços, o Resort abriga um setor dedicado a hospedagem, convenções, administração e serviços; área de lazer, composta de piscinas, bares, quadras esportivas, piscinas, decks, bares, fitness club, passeios e espaços ajardinados; e a área de chalés, distribuídas ao logo de piscinas com desenhos orgânicos e em meio a uma vasta área verde.
• O Resort é concebidos como um ambiente temático e imersivo coerente com o enredo para o Reino de Sheba Resort.
• A partir de todos os quartos do hotel pode-se vislumbrar a paisagem do resort, a arquitetura exótica, os densos jardins e as áreas públicas e de piscina.
• Os chalets implantados a leste foram banhados por sinuosas piscinas e distribuídos em níveis decrescentes de forma a liberar as visuais da porção mais baixa do terreno. Distribuídos com o maior afastamento possível entre as edificações, de modo que os espaços gerados entre os mesmos possam ser generosos e amplamente ajardinados.
• Além disso, esta área é privilegiada pela presença do lago do complexo, o que possibilita um espaço de contemplação e relação com a natureza, característica marcante dos resorts.
• O Resort possui uma forte proximidade com o Shopping Mall e o Parque Aquático, formando junto com estes um núcleo central de interesse e desenvolvimento do Complexo.
• O Shopping Mall reúne atividades de comércio, serviço e entretenimento que proporcionará toda a comodidade e conforto para os hóspedes do Resort e o mínimo de deslocamento.
• Os hóspedes terão inigualável acesso às atrações, amenidades e conveniências em oferta no Complexo ao mesmo tempo em que serão fornecidas todas as comodidades esperadas de um recreativo resort hotel neste contexto.
• A interconexão entre os empreendimentos adjacentes serão usados para garantir um ambiente coeso dentro das limitações inerentes a cada componente. • Suplementarmente o hotel desfrutará de um excelente serviço de restaurante, entretenimento noturno, praças abertas, além de instalações dedicadas a eventos, convenções e conferências.
• A natureza do Resort e a articulação deste com todo o Complexo irá garantir que os hóspedes tenham à sua disposição todos os requisitos para uma agradável estada sem ter de sair do perímetro da propriedade.
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SHOPPING MALL
• O Shopping Mall situado na porção central do Complexo Arquitetônico organiza todos os setores do empreendimento em torno de si, e interliga os demais componentes através das vias de acesso e das áreas de estacionamento.
• O conjunto arquitetônico envolve também duas torres do hotel boutique totalmente integradas e conectadas através do lobby localizado no hall de acesso principal do Shopping.
• O partido arquitetônico escalonado em patamares ajardinados está impregnado de referências temáticas a cultura local no que se refere aos materiais empregados e a forma do edifício, conformando uma coesão formal com os demais equipamentos do empreendimento.
• Dotado de um variado mix de comércio e serviços, o shopping abrigará desde pequenas lojas até grandes magazines, além de serviços bancários, área para jogos, cinema, praça da alimentação, bares e cafés.
• A Proximidade com o Resort e o Hotel Boutique conferem extrema facilidade de acesso, conforto e conveniência para os hóspedes.
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HOTEL BOUTIQUE
• O Hotel Boutique está encravado acima do Shopping Mall e totalmente integrado ao mesmo. Adjacente ao hall de acesso principal do shopping localiza-se a área do lobby do hotel e a administração, enquanto que no pavimento de estacionamento encontra-se as áreas de apoio e serviços.
• Composto por duas torres interligadas pela circulação vertical e escalonadas através de pátios ajardinados.
• Logo acima do último pavimento do shopping foi locada a área de lazer e gastronômica do hotel. Deste modo é possível descortinar os jardins e a área de bares acima do shopping, assim como uma visão panorâmica privilegiada de todo o Complexo Arquitetônico.
• Cada uma das torres do hotel permite uma percepção peculiar e diversificada do Complexo. Enquanto que da torre oeste é possível contemplar principalmente toda a área do Parque Aquático, da torre leste vislumbra-se o Residencial e o Resort.
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RESIDENCIAL
• O Setor Residencial está situado a sudeste entre o Shopping Mall a oeste e o Resort ao norte. Composto por três torres, com 35, 40 e 45 pavimentos de apartamentos, conectados por praças intermediárias repleta de jardins, deques, espelhos d’água, playgrounds e piscina.
• O acesso social definido por uma grande casca de vidro se dá através de um lobby com pé-direito duplo e está diretamente ligado ao Shopping mall através de uma passarela em concreto de onde o visitante visualizar a exuberante paisagem circundante e a área de lazer e os chalets do Resort.
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ESPAÇOS / ESTRADAS / ESTACIONAMENTO / SERVIÇOS
• O arranjo espacial interno foi definido de modo a proporcionar um layout racional, porém com nuances espontâneos, intuitivos e fortes elementos visuais que organizassem a percepção geral dos componentes dentro do Complexo de forma a permitir que os usuários pudessem orientar-se por si próprios.
• O acesso ao empreendimento se dá através de três portais temáticos que delineiam e emolduram o fluxo de pessoas e veículos ao interior do Complexo Arquitetônico.
• O Setor Residencial possui acesso exclusivo, porém com ligação ao Shopping Mall e a partir deste as demais dependências do Complexo.
• As áreas de estacionamento, exclusive a do Setor Residencial, foram locadas na interseção entre o Parque Aquático, o Resort e o Shopping Mall / Hotel Boutique. Para liberar o máximo de espaço para as principais edificações do Complexo a maior parte do estacionamento, assim como o setor de apoio e serviços ficaram ocultos num nível abaixo da área do Shopping.
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Ficha técnica
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Arquitetura: Oliveira Júnior, Eduardo Dantas, Manoel Farias & Ricardo Vidal
Colaboradores: Bruno Atayde, Rafaella Queiroga, Rodrigo Viana & Silvana Chaves
Consultor: Leonardo Tavares
Tradução: Lara Esmeraldo, Manoel Farias & Mario Lyra.
Contratante: Riva Digital
Local: Adis Ababa, Etiópia, África
Projeto: 2008
Área doTerreno: 137.439m²
Apresentação e Imagens: Riva Digital